O importante é não deixar de questionar

O importante é não deixar de questionar

Einstein disse: 
“O importante é não deixar de questionar. A curiosidade tem a sua razão de ser”. 
A razão de ser da  curiosidade não é simplesmente a de ser uma ferramenta usada para a aquisição de conhecimento: ela recorda-nos de que estamos vivos. Os investigadores estão a encontrar provas de que a curiosidade está relacionada com a criatividade, a inteligência, a aprendizagem e a memória melhorada, e a resolução de problemas.
Existe uma relação profunda – um caso amoroso, na realidade – entre a curiosidade e a sinceridade. Como é que podemos chegar àqueles momentos de descoberta, se não estivermos dispostos a explorar e a fazer perguntas? Uma informação nova não transforma o nosso raciocínio, muito menos a nossa vida, se simplesmente cair aos nossos pés. Para que as experiências e a informação sejam integradas na nossa vida enquanto consciência real, têm de ser recebidas de mãos abertas, com uma mente inquisitiva e com um coração inquiridor.
Uma peça fundamental da minha jornada de sinceridade foi passar do julgamento à curiosidade no que toca ao meu percurso. O poeta e escritor William Plomer escreveu: “A criatividade é o poder de conectar o aparentemente desconectado. Unir os pontos das nossas vidas, especialmente aqueles que preferíamos apagar ou passar por cima, requer partes iguais de autoestima e de curiosidade:

“Como é que todas estas experiências se juntam para dar forma àquilo que sou?”

A curiosidade levou-me a adoptar e a viver de acordo com a frase “nada é desperdiçado” – uma crença que dá forma ao modo como vejo o mundo e a minha vida.
A curiosidade é um ato de vulnerabilidade e de coragem.

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